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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Baixa Idade Média - Trabalho de História





BAIXA IDADE MÉDIA





Na Baixa Idade Média, após sucessivos confrontos firmados pelas Cruzadas, inicia-se a retomada comercial e o renascimento urbano impulsionados pelo declínio do sistema feudal e fortalecimento do poder real. Alguns aspectos são de suma importância para o contexto e devem ser destacados:




Rotas comerciais – Desenvolvimento do comércio de produtos na Europa em dois centros, interligados por rotas terrestres (a mais popular conhecida como Champagne):

Norte da Europa – na Liga Hanseática (união de cidades alemãs através dos mares do Norte e Báltico), onde ocorria o monopólio de peles, madeiras e peixes secos;
Itália – em Gênova e Veneza, onde ocorria o monopólio de produtos como a seda, o cravo e a canela, vindos do Oriente.

Feiras – Desenvolvidas no encontro de rotas comerciais, dinamizavam o comércio e as trocas monetárias.

Esses fatores contribuíram para o desenvolvimento das cidades medievais e para o aparecimento da burguesia. Essa nova classe social inicia uma revolta, o movimento comunal,  pela emancipação das cidades dos domínios dos senhores feudais.


Corporações de Ofício – edificadas no interior dos Burgos (cidades), as Guildas ou Corporações de Ofício organizavam a produção urbana. Estas regulamentavam a produtividade, defendendo o justo preço e praticando o monopólio. Havia uma divisão hierárquica das funções nessas instituições: O mestre, o aprendiz e o jornaleiro.


 Monarquias Nacionais


A aliança entre burguesia comercial e a realeza dá origem às Monarquias. Efetivadas no final da Baixa Idade Média, elas representavam os interesses econômicos dos burgueses e os políticos do rei.

Rei: Centralizar o poder político através da eliminação do sistema fragmentado representado pelos senhores feudais. Criou exércitos formados por mercenários e financiados pela burguesia, fazendo valer sua autoridade perante os nobres.


Burguesia: Desviar obstáculos que impediam o desenvolvimento de suas atividades como: impostos excessivos, pesos e medidas não padronizados e ausência de unificação monetária. Financiava a montagem do exército real, como uma troca de favor.

O senhor feudal é superado pelo poder real. A centralização do poder político implica na unificação econômica, caracterizada pela padronização monetária e de pesos e medidas, incentivando as trocas comerciais. Ocorre, então, a substituição das obrigações feudais por tributos pagos à Coroa. As Companhias de Comércio são criadas pela Monarquia para controlar a atividade comercial, sendo encarregada para esse fim, a burguesia.


Aula de Idade Média, Parte 1/2






Idade Média




A Idade Média na Europa foi um período compreendido entre os séculos V e XV, que se estendeu por mil anos na história. Tal época se divide da seguinte forma: Alta Idade Média e Baixa Idade Média; a primeira com início marcado pelas invasões germânicas (bárbaras), e a segunda finalizada pela retomada comercial e pelo renascimento urbano.
Relatos históricos e renascentistas definiam o mundo medieval como a “idade das trevas”, ou seja, uma época sucumbida pela ausência de desenvolvimento racional, representando um retrocesso para a ciência. Essa perspectiva foi corroborada pelo domínio ideológico empregado pela Igreja Católica, deixando a sociedade passível de manipulação, pelo poder da informação. Entretanto, a Idade Média possui avanços artísticos e científicos que proporcionaram conhecimentos para os dias atuais.

Guerra dos Cem Anos, Cruzadas, Pestes, Feudalismo, Vassalagem, Suserania, Clero, Servos e Nobres: todos esses termos fazem parte da construção da Era Medieval. Os cavaleiros, donzelas e os incríveis castelos não só são figuras conhecidas do imaginário das pessoas,  como também fazem parte do contexto histórico da época.





Período Medieval



A Idade Média é subdivida em dois segmentos menores: Alta Idade Média e Baixa Idade Média.



Alta Idade Média, Idade Média Antiga ou Antiguidade Tardia

Séc. V ao X;

Desintegração do Império Romano do Ocidente;

Invasões Bárbaras;

Descentralização do poder político;

Ruralização e formação dos Feudos (extensas propriedades de terras);

Poucas trocas comerciais;

Economia de subsistência e trabalho servil centrados na agricultura;

Sociedade dividida por estamentos (Nobreza, Clero e Servos);

Alta religiosidade e expansão do Cristianismo.

Baixa Idade Média ou Idade Média Tardia




Séc. XI ao XIV;

Crise do modo de produção feudal e relações econômicas, sociais e culturais relacionadas;

Diminuição das invasões bárbaras, culminando em momentos de paz para a Europa;

Surto demográfico provocado pela fase de estabilidade;

Com o excedente populacional, surgem algumas consequências como: marginalização dos servos e nobres;

Surgimento das Cruzadas desencadeadas pela Guerra Santa;

Renascimento comercial-urbano;

Fortalecimento de cidades e do poder centralizado nas mãos de monarcas;

Nascimento da burguesia;

Fim do Império Romano do Oriente e Queda de Constantinopla.


Fonte: dade-media.info

História - Aula 8 (parte 1): absolutismo e mercantilismo



 ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO




Absolutismo

História do Mercantilismo, Absolutismo Monárquico, teóricos do Absolutismo,
Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes, história da Inglaterra, Antigo Regime,  monarquia absolutista


Podemos definir o absolutismo como um sistema político e administrativo que prevaleceu nos países da Europa, na época do Antigo Regime (séculos XVI ao XVIII ).

Características 

No final da Idade média  (séculos XIV e XV), ocorreu uma forte centralização política nas mãos dos reis. A burguesia comercial ajudou muito neste processo, pois interessa a ela um governo forte e capaz de organizar a sociedade. Portanto, a burguesia forneceu apoio político e financeiro aos reis, que em troca, criaram um sistema administrativo eficiente, unificando moedas e impostos e melhorando a segurança dentro de seus reinos.

Nesta época, o rei concentrava praticamente todos os poderes. Criava leis sem autorização ou aprovação política da sociedade. Criava impostos, taxas e obrigações de acordo com seus interesses econômicos. Agia em assuntos religiosos, chegando, até mesmo, a controlar o clero em algumas regiões.

Todos os luxos e gastos da corte eram mantidos pelos impostos e taxas pagos, principalmente, pela população mais pobre. Esta tinha pouco poder político para exigir ou negociar. Os reis usavam a força e a violência de seus exércitos para reprimir, prender ou até mesmo matar qualquer pessoa que fosse contrária aos interesses ou leis definidas pelos monarcas.

Exemplos de alguns reis deste período :

Henrique VIII - Dinastia Tudor : governou a Inglaterra no século XVII

Elizabeth I - Dinastia Stuart - rainha da Inglaterra no século XVII

Luis XIV - Dinastia dos Bourbons - conhecido como Rei Sol - governou a  França entre 1643 e 1715.

Fernando e Isabel - governaram a Espanha no século XVI.

Teóricos do Absolutismo

Muitos  filósofos desta época desenvolveram teorias e chegaram até mesmo a escrever livros defendendo o poder dos monarcas europeus. Abaixo alguns exemplos:

Jacques Bossuet : para este filósofo francês o rei era o representante de Deus na Terra. Portanto, todos deveriam obedecê-lo sem contestar suas atitudes. 

Nicolau  Maquiavel : Escreveu um livro, " O Príncipe",  onde defendia o poder dos reis. De acordo com as ideias deste livro, o governante poderia fazer qualquer coisa em seu território para conseguir a ordem. De acordo com o pensador, o rei poderia usar até mesmo a violência para atingir seus objetivos. É deste teórico a famosa frase : " Os fins justificam os meios."

Thomas Hobbes : Este pensador inglês, autor do livro " O Leviatã ", defendia a ideia de que o rei salvou a civilização da barbárie e, portanto, através de um contrato social, a população deveria ceder ao Estado todos os poderes.

Mercantilismo: a prática econômica do absolutismo

Podemos definir o mercantilismo como sendo a política econômica adotada na Europa durante o Antigo Regime. Como já dissemos, o governo absolutista interferia muito na economia dos países. O objetivo principal destes governos era alcançar o máximo possível de desenvolvimento econômico, através do acúmulo de riquezas. Quanto maior a quantidade de riquezas dentro de um rei, maior seria seu prestígio, poder e respeito internacional. Podemos citar como principais características do sistema econômico mercantilista: Metalismo, Industrialização,  PROTCIONISMO Alfandegário,Pacto colonial , Balança Comercial Favoráveis.

 Fonte: http://www.suapesquisa.com



O Mercantilismo



Consequência da ampliação de horizontes econômicos propiciada pelos descobrimentos marítimos do século XVI, o mercantilismo, apesar de apresentar variantes de país para país, esteve sempre associado ao projeto de um estado monárquico poderoso, capaz de se impor entre as nações européias.

Mercantilismo é a teoria e prática econômica que defendiam, do século XVI a meados do XVII, o fortalecimento do estado por meio da posse de metais preciosos, do controle governamental da economia e da expansão comercial. Os principais promotores do mercantilismo, como Thomas Mun na Grã-Bretanha, Jean-Baptiste Colbert na França e Antonio Serra na Itália, nunca empregaram esse termo. Sua divulgação coube ao maior crítico do sistema, o escocês Adam Smith, em The Wealth of Nations (1776; A riqueza das nações).

Para a consecução dos objetivos mercantilistas, todos os outros interesses deviam ser relegados a segundo plano: a economia local tinha que se transformar em nacional e o lucro individual desaparecer quando assim conviesse ao fortalecimento do poder nacional. A teoria foi exposta de maneira dispersa em numerosos folhetos, meio de comunicação então preferido pelos preconizadores de uma doutrina.

Programa da política mercantilista. Alcançar a abundância de moeda era, efetivamente, um dos objetivos básicos dos mercantilistas, já que, segundo estes, a força do estado dependia de suas reservas monetárias. Se uma nação não dispunha de minas, tinha de buscar o ouro necessário em suas colônias ou, caso não as tivesse, adquiri-lo por meio do comércio, o que exigia um saldo favorável da balança comercial -- ou seja, que o valor das exportações fosse superior ao das importações.

Para obter uma produção suficiente, deviam ser utilizados hábil e eficazmente todos os recursos produtivos do país, em especial o fator trabalho. Toda nação forte precisava possuir uma grande população que fornecesse trabalhadores e soldados, e ao mesmo tempo o mercado correspondente. As possessões coloniais deveriam fornecer metais preciosos e matérias-primas para alimentar a manufatura nacional, ao mesmo tempo em que constituíssem mercados consumidores dos produtos manufaturados da metrópole. Proibiam-se as atividades manufatureiras nas colônias, e o comércio, em regime de monopólio, era reservado à metrópole.

Em território nacional, o mercantilismo preconizou o desaparecimento das alfândegas interiores, a supressão ou redução dos entraves à produção forçados pelas corporações de ofício, o emprego de sistemas de contabilidade e acompanhamento das contas de receitas e despesas do estado, a troca de funcionários corruptos ou negligentes por outros honestos e competentes, a criação de uma fiscalização centralizada e a adoção de leis que desestimulassem a importação de bens improdutivos e de grande valor.

Avaliação do mercantilismo. A crítica mais abrangente do mercantilismo foi movida por Adam Smith, que denunciou a falsa identificação, feita por muitos teóricos dessa corrente econômica, entre dinheiro e riqueza. Com efeito, o forte protecionismo alfandegário e comercial, e a subordinação da economia das colônias à da metrópole, não tinham como fim último o desenvolvimento da manufatura nacional mas, como foi assinalado, a maior acumulação possível de metais nobres.

A economia clássica posterior, cujo principal representante foi Smith, preconizou, ao contrário, a livre atividade comercial e manufatureira em qualquer território -- colônia ou metrópole --, já que, segundo seus princípios, a riqueza não se identificava com o simples acúmulo de reservas monetárias, mas com a própria produção de bens. No século XX, porém, o economista britânico John Maynard Keynes retomou formulações do mercantilismo e afirmou a existência de similitudes entre sua própria teoria do processo econômico e a teoria mercantilista.

Independentemente das diversas análises econômicas a que foi submetido, o mercantilismo foi o instrumento que assegurou as condições econômicas e financeiras necessárias a garantir a expansão dos estados absolutistas europeus. Entre os representantes do mercantilismo distinguiu-se o francês Jean-Baptiste Colbert, ministro da Fazenda de Luís XIV, de tal importância que seu nome serviu para se cunhar o termo por que é conhecida a variante francesa do mercantilismo, o colbertismo.

Na Grã-Bretanha, além de Thomas Mun, sustentaram a mesma orientação James Steuart e Josiah Child, assim como na França Jean Bodin e Antoine de Montchrestien. Em Portugal, as primeiras reformas do marquês de Pombal revelam sua filiação à teoria mercantilista.

O que é o Petróleo? - Petrobras (geopolítica do petróleo)




Geopolítica do Petróleo


A geopolítica do petróleo atual decorre da grande importância desse recurso natural, muito cobiçado por diversas nações do mundo.
Autor:Rodolfo F. Alves Pena em Geopolítica
 Falar de Geopolítica do Petróleo é falar dos cenários e dinâmicas políticas globais referentes ao principal recurso natural da atualidade, que esteve em boa parte dos últimos tempos em disputa pelas grandes potências econômicas internacionais.
Mas por que o petróleo é tão importante?
A importância do petróleo reside no fato de a humanidade ser, em sua maior parte, dependente do uso de seus derivados, principalmente como fonte de energia. A Agência Internacional de Energia estima que cerca de 60% da produção energética mundial advenha desse recurso. Assim, considerando que o nível de consumo de um país está diretamente relacionado ao seu poderio econômico, podemos dizer que quanto mais desenvolvido for um Estado, mais dependente do petróleo ele tornar-se-á.
Engana-se quem acha que o petróleo seja somente utilizado como combustível. Na verdade, ele possui outros usos, como a produção de plástico, colchões, solventes, tintas e lubrificantes. Por esse motivo, esse recurso possui um peso de ouro na economia internacional, que é bastante vulnerável às oscilações do seu preço, a exemplo do que aconteceu na década de 1970, na chamada Crise do Petróleo.
Assim, aquela nação que possuir um maior controle sobre a produção e exportação de petróleo fatalmente ficará em uma posição confortável nos cenários político e econômico globais, o que revela a importância da compreensão dessa questão na atualidade.
Como se forma o petróleo?
O petróleo surge durante o processo de formação de bacias sedimentares, quando a deposição de camadas de sedimentos (partículas de rochas) sobre o fundo dos oceanos vai se sucedendo e soterrando restos orgânicos de plantas e animais. À medida que essas sobreposições de camadas de sedimentos vão acontecendo, ao longo dos séculos, a pressão sobre esse material orgânico vai gradativamente aumentando, o que contribui para a sua total decomposição e a consequente transformação em petróleo. Também atuam nesse processo algumas bactérias anaeróbicas, cuja função é catalisar (acelerar) as reações químicas concernentes a esse fenômeno.
Quem são os países envolvidos na Geopolítica do Petróleo?
Podemos dizer que, de modo geral, os principais atores na Geopolítica do Petróleo são aqueles países que possuem amplas reservas desse recurso e também aqueles que o consomem em grande quantidade. Assim, os membros da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) fazem parte dessa dinâmica, além de outras nações como os Estados Unidos e China, que estão entre os maiores consumidores da atualidade. Observe o quadro abaixo:
 Quadro com os 10 maiores produtores, consumidores e reservas petrolíferas do mundo
Quadro com os 10 maiores produtores, consumidores e reservas petrolíferas do mundo*

Quadro com os 10 maiores produtores, consumidores e reservas petrolíferas do mundo*
Conforme podemos notar, a Arábia Saudita é líder mundial na produção de petróleo no mundo, o que influencia bastante em sua postura geopolítica. Os Estados Unidos, por sua vez, mesmo estando em terceiro lugar em produção, não são autossuficientes, pois é o maior consumidor. Isso explica as diversas ações que esse país realizou a fim de ampliar o seu mercado e baratear os custos de importação do petróleo. Para se ter uma ideia, os norte-americanos consomem cerca de 18 milhões de barris por dia, quase cinco vezes mais do que o Japão, terceiro colocado em consumo do produto.
Outra análise interessante nesse contexto é o papel crescente que os BRICS (grupo de economias emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) estão desempenhando, visto que quatro países desse grupo estão entre os 10 maiores consumidores de petróleo do mundo, sendo que a Rússia e a China também fazem parte do grupo de maiores produtores.
Além disso, é interessante notar que os países que mais produzem e também que possuem maiores reservas estiveram recentemente envolvidos, de uma forma ou de outra, em questões diplomáticas ou militares. Citam-se os casos da Venezuela, que segue uma postura de questionamentos e tensões com os EUA, assim como a Líbia, recentemente invadida pela OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) no contexto da Primavera Árabe. Isso explica também, ao menos em partes, o porquê de o Oriente Médio ser tão instável politicamente, afinal, essa região é responsável por 60% da produção mundial de petróleo.

Qual é o papel do Brasil na Geopolítica do Petróleo?
O Brasil também está entre os grandes produtores de petróleo no mundo. As descobertas das reservas na região do pré-sal, bem como os recentes processos que envolveram o leilão das concessões de exploração no campo de Libra, intensificaram a presença brasileira no contexto dessa questão. Inclusive, descobriu-se em 2013 que a Petrobras chegou a ser espionada pela Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos, que estava à procura de informações detalhadas sobre o petróleo brasileiro.
Atualmente, o Brasil é o décimo terceiro maior produtor de petróleo, mas a previsão é de que o país esteja, em 2020, entre os sete maiores, uma vez que as explorações na região do Pré-Sal ainda não ocorreram de forma mais intensa. Isso deve fazer com que o país também figure entre os grandes exportadores, não sendo descartada a sua entrada na OPEP.
Por esse motivo, será necessário que, nos próximos anos, o Brasil intensifique sua política externa de fazer frente às grandes potências mundiais no plano político, algo que já vem realizando em conjunto aos demais membros do BRICS. A atuação ideal, na opinião da maioria dos cientistas políticos, é a de que o país não busque por soluções como a que foi tomada pelo México, que privatizou seus campos petrolíferos a preços baixos em razão da pressão internacional que lhe era exercida, especialmente por parte dos EUA.
O Petróleo, dessa forma, continua sendo um dos protagonistas nas disputas geopolíticas internacionais, mesmo com as recentes adoções de fontes de energias alternativas, outro campo que o Brasil também vem ganhando cada vez maior importância.
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* Fonte dos dados: Revista Exame (junho de 2013) e Geofísica Brasil.
Fonte: http://www.mundoeducacao.com/